" Mais se eu pudesse ter de novo os meus sonhos, eu saberia onde posso encontrar a felicidade desse tamanho pra recomeçar outra vez"
Marcus Menna
"Debaixo das minhas reações habituais está a tranquilidade do meu coração. Debaixo do caos do mundo está a plenitude da paz.Se me contemplo tantas me vejo que não entendo kem sou, no tempo do pensamento me desprendo de elos que tenho."
Surgida de algum lugar desconhecido. Procurada mas nunca encontrada, porém sempre sentida. A alma impregna o corpo de sensações; o corpo reveste a alma. Um corpo sem alma torna-se um simples objeto inanimado. Jamais será possível descobrir os limites da alma ainda que todos os caminhos fossem percorridos. Tão profunda é a sua medida.
A alma existe sem se apresentar, apresenta-se com suas tramas.
Com suas tramas ela entrelaça o corpo, fazendo-o sentir inexplicáveis sensações: Sentimentos. O sentir é o movimento da alma, ela sempre trama de acordo com necessidade do seu existir. Um existir romântico, lúdico, simples e ao mesmo tempo complexo. Possui muitas línguas, sem ao menos falar. Contenta-se em amar e odiar; exulcera e perdoa. Vive, muitas vezes, a solidificar a solidão, a pensar que o mundo é vivo reproduzindo o medo das coisas mortas. Ainda assim, continua a envolver-se com suas tramas. Para alma não existe beleza, existe qualificações sentimentais: amor, ódio, prazer, paixão, medo... A alma com sua ousadia e profundidade, alcançadas pela filosofia de suas origens, tramam um ser.





"...Não sou pra todos. Gosto muito do meu mundinho. Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu azul, outras tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos. Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso. São necessárias. ".. .


