
"Olho para dentro de mim. Não me importo com o que as pessoas fazem ou dizem, preocupo-me apenas em fazer o que é certo."
"Debaixo das minhas reações habituais está a tranquilidade do meu coração. Debaixo do caos do mundo está a plenitude da paz.Se me contemplo tantas me vejo que não entendo kem sou, no tempo do pensamento me desprendo de elos que tenho."

As palavras custam-me. Empastam-se, enrolam-se nos dedos. Não digo que se
prendem na boca. Nunca tentei dizê-las. Param no caminho entre a mente e as mãos
que escrevem. O pensamento é demasiado complexo. Existe um poema incompleto que
não se sabe dizer. De contradição em contradição procuro a unidade. A impossível
unidade. E as palavras doem-me, fogem para alguma parte de mim que não alcanço.
Estranhas como sons vazios de sentido. Falas de alguma personagem que inventei
mas não conheço.








