"Debaixo das minhas reações habituais está a tranquilidade do meu coração. Debaixo do caos do mundo está a plenitude da paz.Se me contemplo tantas me vejo que não entendo kem sou, no tempo do pensamento me desprendo de elos que tenho."
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Medinho...
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Tati
Quarta estrela, Letras, três, Uma estrada.
Não sei se o mundo é bão, Mas ele ficou melhor, quando você chegou
E perguntou: Tem lugar pra mim?"
Amigos...
O que são? como são?
Quais as regras para sua existencia?
Não sei, talvez não exista... mas eles sim existem.
Sabe aquela amizade que nasceu do nada,
do nada cresceu,
mas não é do nada que estamos juntas.
Opostas, não nos misturamos,
assim como agua e oléo,
mas hoje não me exergo sem ela...
Tati, hoje é mais meu dia que seu!
Pessoa mais perfeccionista,
que sabe tudo e ao mesmo tempo nada,
que adora viver, mas no mesmo momento está cansada.
Tuas virtudes são maximas e minimas.
Teus sonhos são seus e meus.
Tuas alegrias são minhas e suas.
Teu viver é eterno...
domingo, 28 de agosto de 2011
Pessoas...
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Mal bem...
sábado, 20 de agosto de 2011
Para poucos e bons...
O.WILDE
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Uma reflexão...
Às vezes nos falta esperança.
Às vezes o amor nos machuca profundamente, e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar…é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver, até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol, a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto. É a força da natureza nos chamando para a vida. Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
O que não se pode explicar aos normais
sobre a paixão,
Sobre ficar, sobre desejar;
como saber te amar?
Sobre querer, sobre entender;
sem esquecer.
Sobre a verdade e a ilusão,
Quem afinal é você?
Quem de nós vai mostrar realmente o que quer?
Um coração nesse furacão, ilhado onde estiver.
O meu querer é complicado demais:
Quero o que não se pode explicar aos normais.
Sobre o porque de tantos porquês,
E responder
Entre a razão e a emoção eu escolhi você!
domingo, 14 de agosto de 2011
Alison
É o amanhecer, mas ainda não é dia.
És amado e sente vontade de amar.
Meu menino, meu amigo.
Tem o encanto de criança,
charme de um ser que vive a sobreviver.
Nosso mundo é sonho e realidade;
divino e humano.
Um mundo encantado, mas nem tanto assim!
Acabam então por fim sendo iguais!
Mas você apareceu assim divinamente
Provando que as pessoas podem ser especiais
Cada dia mais
Só você, meu bem, meu bem, me satisfaz ...
Cada dia mais É você, meu bem,
meu bem e ninguém mais ...
Tentei entender o mundo na minha frente
Mas tanta confusão me fez deixar pra lá ...
Você trouxe de volta a minha poesia ausente
Por isso lhe acompanho para onde quer que vá
Liah
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Tenho saudades do que nunca existiu,
Sinto falta do que nunca fui...A decepção não se supera, não se esquece, apenas a escondi no fundo de um baú pequeno, pequeno mas profundo. Vejo e revejo meus atos, algo está errado e percebo que as desculpas já não são o suficiente. Me sinto só, mas a solidão não é de todo ruim, porém é complexa e triste.
Bom dia, meu dia!
"Havia um qualquer sentimento de inconformidade naquele autismo a que se obrigava. Não sabia se por medo, se por incapacidade de comunicar. Sentia-o, apenas e sofria deixada, displicentemente, ao abandono de si própria. Nesses instantes de angústia e de desentendimento, o egoísmo falava mais alto e cercava-se de muros de solidão e de pactos de silêncio. Consumia-a aquela inépcia para desatar pontas aos nós que as partidas da vida lhe pregavam. Era um sentimento letal, abrasivo que raiava o intolerável. Mas também, que conforto poderia existir quando o frio, chegado de mansinho, se aninhava, sem decoro, no sofá da própria vida?
Num jogo de toca e foge perscrutava o espelho mas não havia forma de encontrar o sorriso. Tudo quanto distinguia era um rosto baço, um olhar sem brilho e um rol de pedaços desfeitos dos sonhos que se permitira sonhar. Confinada à exiguidade daquele reflexo, esquadrinhava porquês. Todavia, não se detinha. Era um esforço inútil, pensava. Conhecia, de antemão, todas as respostas…
O inferno, nunca seria a urbe. O inferno era ela própria. Ela e aquela coisa enorme e funda, sem nome nem sentido, que abjurava mas que a incendiava, que ardia e se propagava dentro dela, como um tenebroso foco de infecção…
À beira do abismo, vacilava, entregue aos seus pensamentos. Os olhos cerrados cediam sob o peso das pálpebras. Sentia-se uma flor de chuva plantada no topo mais íngreme de uma falésia violentamente açoitada pelo mar. A partir da praia, era um minúsculo ponto sem importância, muitos poderiam observá-la mas só com um enorme esforço alguém a poderia alcançar…"
Tendergirl
(In “Ilhas de Solidão – Estórias da Vida de Uns e Outros”)
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Saudade do que não tenho
É difícil sentir falta.
É difícil a ausência, a saudade.
É complicado ter que aceitar que tudo vai ser diferente daqui pra frente, é complicado tudo.
É ruim não poder tocar, não poder sentir.
Ter que deixar o seu corpo se consumir somente da falta que tudo vai fazer,
Todavia é preciso aceitar que se as coisas mudaram,
é porque algo melhor ainda virá.
É preciso entender que nem tudo é pra sempre
e que tanto as pessoas quanto o que elas sentem tendem a mudar,
é preciso saber viver.
Não importa o quanto incomode,
um dia algo vai suprir,
um dia o sorriso de alguém vai ser tudo aquilo que o seu coração precisa.
E mesmo que hoje a saudade machuque, às vezes é preciso a distância para notarmos
o que verdadeiramente precisamos.
Viver um dia e cada vez, esperar o melhor, e nunca desistir de tentar.









